domingo, 27 de novembro de 2022

às feministas

Carta aberta as feministas. Hoje, aqui ouvindo umas músicas antigas de mulheres que tinham suas próprias vontades ( Joana, Vanderléa, Simone, Sandra de Sá “E olha que todas tem mais de 60 ano.) fico pensando no tempo em que meu feminismo era baseado no meu desejo e prazer, eu não vivia os amores de Facebook, e sim as paixões a qual eu sempre dominava, os meus queres eram meus, as minhas vontades eram minhas, ninguém me dominava, eu era dominada por mim mesma, pelas minhas vontades, pelas minhas conquistas, pela minha vontade de seguir a diante sem medo de ser o que eu queria ser, “eu “não dava, eu era conquistada”, e só acontecia se me sentisse confortável. Eu via na minha adolescência mulheres que eram feministas verdadeiras, que rasgavam os sutiãs por causas reais e pelo bem comum da classe, “e não por alguns reais”, eram manas que se davam as mãos realmente. Hoje vejo um bando de feministas individualistas e vulgares, que se dão por alguns tostões são do tipo “quem tem mais são as que valem mais”, me desculpem as outras que valem a pena, mas tem um monte de feministas que são “umas Marias chuteiras”, “umas Marias politiqueiras”, “Maria dinheiro”, que querem aparecerem a todo custo, e se aparecer “um velho da lancha”, ai elas piram; humilham o ‘trabalhador braçal”, para essas feministas de luxo, vale mais, quem tem ou ganham mais. Quando a coisa aperta para ela, as mesmas vão para as mídias sociais se vitimisarem. Mas será que elas dariam valor a um “amor verdadeiro?”, ou a “um amor de milhões?”, amor capitalista (que quando são apertadas, não resistem, aceitam alguns trocados, trocados esses que dá para passar a vida, e não ligar para mais nada além dos likes e cliques que recebem a s mídias sociais). Em quanto isso as verdadeiras feministas vão estar na luta por essas mentes de bagre, que vivem a busca de um iate de luxo, mas não são capazes de ir a lutar por seus próprios recursos. Eu vivi em um tempo em que eu era dona de mim, fazia o que me dava na telha, beijava com paixão e com a mesma paixão era beija, nunca ganhei um tapa na cara, pois se ganhasse retribui na mesma moeda. Se me acontecesse tal fato, o cabra eu não queria mias ver nem de longe, me dava o devido valor. Não fui mulher de amores e sim de paixões, e que se dane as críticas, eu era dona de mim, verdadeira feministas. Nunca tive o sovaco cabeludo, pois, o odor é terrível, nem eu mesma aguentaria, pois, sempre gostei de ser cheirosa, isso para mim mesma sentir meu cheiro bom. Não critico as feministas de hoje, mas vejo muito mimimi, para pouco ativismo, qualquer trocado paga as ofensas sofridas, onde as ofensas deveriam ser pagas com justiça e não com dinheiro. Hoje em dia tem recurso financeiro para tudo, o cabra ofende e a ofendida aceita alguns milhões e está tudo bem. Pô, coloca o cabra para prestar serviços sociais, para ver que o próximo necessita de ajuda, e não só o seu troco de feminista capitalista irá pagar o mal que o sujeito lhe causou, deixe ele sentir que se você sofre, sofre todas nós. Meu bem, se ele tem dinheiro para bancar seus caprichos, vai pagar a fiança e ainda sair rindo da sua cara e achar que pode fazer o mesmo com as outra “manas". Dinheiro é bom, mas ver quem precisa ser beneficiado é melhor ainda. Vamos adotar um feminismo social. Chega de ser bonequinha de luxo, vamos deixar de mostrar as partes intimas da sexualidade e mostrar as partes intimas da inteligências. Vamos parar de deixar pensar que o mais bonito da mulher é o sexo, e mostrar que o mais lindo da mulher é a inteligência e o seu próprio querer. Sinto saudade das mulheres de verdade, que em um dia, muito distaste ouvi falar, mulheres estas que lutavam pelo bem estar de todas as mulher e da sociedade. Luta sem sertanetanejo mimimi, que pregam sofrência e vulgaridade, que diz que não, mais aceita o cabra toda vez que ele volta, mesmo que ele dite as regras para “estar e ficar com uma mulher”. Mulher que é mulher não precisa de um macho para sobreviver, ela precisa de um homem para satisfazer seus desejos e o desejo dela mesma par ser feliz. Que assim seja, mulher feliz é mulher dona de si.

domingo, 11 de agosto de 2013


Atividade 4.3 _ Experiência Vivenciada com uso das Mídias.
       De acordo com a analise do texto de Silvio P. Costa "Mídia-Educação no contexto escolar: Mapeamento crítico dos trabalhos realizados nas escolas de Florianópolis" e toda realidade vivenciada nos dias atuais podemos perceber que o uso das mídias está cada vez mais constante na vivencia escolar. Mas com uma pequena exceção de alguns profissionais que por alguns motivos não a utilizam em seu desenvolvimento pedagógico, as vezes por falta de tempo para se adequar a tecnologia ou simplesmente por falta de interesse em inovar seu planejamento.
É importante o uso de mídias na educação principalmente sendo relacionado a objetivos didáticos e pedagógicos motivando atividades, abordando temas específicos, provocando reflexões, ressaltando assuntos ou conceitos, etc... Mas há também o uso de lúdicos e morais fazendo analises criticas de filmes, trabalhando também problemas como timidez, gagueira e postura e também filmes em que mostram a produção dos alunos. O uso de mídias como a internet vem potencializando as pesquisas dentre outros.

domingo, 14 de julho de 2013




















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DADOS

Escola: Escola Municipal Márcia Marília
Professor(as): Cristiane Fernandes, Elenir Pereira Nunes, Maria de Fátima Meneses Moreira, Rejane Pereira Almeida e Rita de Cássia Araújo.
Data: 12/06/2013 a 21/06/2013
Duração da atividade:
[ ] Ensino Fundamental [ ]  Ensino Médio      4ºAno
Assunto: Projeto festas Junina
Disciplina: Português e Artes

EIXO

Português
2 Leitura
3 Conhecimento ortográfico e lingüístico;
5 Oralidade
Artes
Musica

SUBTEMA/TÓPICO/ Capacidade

2.1 Desenvolver atitudes e disposições favoráveis à leitura;
2.2 identificar diferenciar gêneros textuais considerando sua função social, seu circuito comunicativo e suas características lingüísticas
5.1 participar das atividades cotidianas em sala de aula, interagindo com colegas e professor

OBJETIVOS/HABILIDADE


Desenvolver a socialização entre nosso alunos;
Desenvolver o  ritmo e habilidades motoras;
Demonstrar diferentes modos de viver as características culturais de cada região brasileira, bem como a importância de preservar as tradições de nossa região.


CONTEÚDO

Culinária junina
Cruzadinhas sobre festas juninas
Músicas e poesia junina(desafio)
Valorização do homem do campo
Montagem de mural
Caça-palavras
Confecção de enfeites juninos;
Quadrilha

 METODOLOGIA/AÇÕES

Serão trabalhados em sala de aula durante a semana os conteúdos curriculares referente a festa junina de maneira interdisciplinar:
Confecção de enfeites para sala;
Pesquisa em livros, revista e/ou internet;
Colagem, desenho e musicas
Os gêneros textuais, etc.

RECURSOS DIDÁTICOS

ñ Músicas;
ñ Colagem;
ñ Recortes;
ñ Produção de enfeites para a sala;
ñ Tradições;
ñ Ditado Junino;
ñ Comidas típicas;
ñ Origem da Festa Junina.
ñ Atividades diversificas em sala de aula.

AVALIAÇÃO



Serão avaliados a participação, o interesse, a responsabilidade e a criatividade dos alunos durante as atividades propostas, bem como na finalidade do evento.





REFERÊNCIAS


 



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                                                 Escola Municipal Márcia Marília
                                                                      Ubaí - MG
                                                         Projeto Festa Junina
Cursistas: Cristiane Fernandes, Elenir Pereira Nunes, Maria de Fátima Meneses Moreira, Rejane Pereira Almeida e Rita de Cássia Araújo.
Duração: 10 dias ( incluindo ensaio diários)
Alunos atendidos: Ensino Fundamental( 1 ao 5 ano)
Justificativa:
Nossa proposta é desenvolver atividades comemorativas partindo de trabalhos com reciclagem, onde se desperta a cidadania e a consciência de nossas crianças  para a Solidariedade. Tal ação visa integrar escola e comunidade, promovendo o entendimento de que podemos fazer a diferença no mundo através de pequenos atos. Devemos também resgatar essa tradição cultural na comunidade escolar.
O mês de Junho sempre desperta um grande interesse nos alunos em trabalhar o assunto “Festa Junina”. O mês é marcado por grandes comemorações, que se iniciam no dia 12/06, véspera do Dia de Santo Antônio e terminam no dia 29, dia de São Pedro. O auge das festas acontece entre os dias 23 e 24, dia de São João. As pessoas soltam fogos de artifícios, balões, enfeitam as ruas com bandeirinhas, fazem barraquinhas para jogos e comidas típicas e dançam quadrilha.
Objetivos Geral:
Como estamos no mês de Junho, estaremos trabalhando o tema: Festa Junina. O objetivo principal do projeto é enriquecer o conhecimento da turma quanto aos costumes das festas juninas. Isso se dará através de atividades lúdicas e prazerosas, contribuindo para a socialização dos alunos.
Objetivos Específicos:
ñ Conhecer as características das festas juninas em diferentes regiões do país;
ñ Valorizar e demonstrar atitudes de respeito ao trabalho e ao homem do campo;
ñ Compreender a história da festa junina, bem como seu valor dentro do folclore brasileiro, destacando seus aspectos sociais e religiosos;
ñ Perceber a importância do trabalho em equipe e a união do mesmo;
 Recursos:
ñ Músicas;
ñ Colagem;
ñ Recortes;
ñ Produção de enfeites para a sala;
ñ Tradições;
ñ Ditado Junino;
ñ Comidas típicas;
ñ Origem da Festa Junina.
ñ Atividades diversificas em sala de aula.
 Culminância:
ñ Elaboração de um mural com as características de uma verdadeira Festa Junina.
ñ Festa Junina na escola ( quadrilha realizada com os alunos)
 Avaliação:
Será avaliado no decorrer do projeto a participação, a colaboração e a  organização dos alunos durante as atividades.